terça-feira, 27 de março de 2012

PELA INTERNET


Gilberto Gil


Criar meu web site
Fazer minha home-page
Com quantos gigabytes
Se faz uma jangada
Um barco que veleje

Que veleje nesse infomar
Que aproveite a vazante da infomaré
Que leve um oriki do meu velho orixá
Ao porto de um disquete de um micro em Taipé

Um barco que veleje nesse infomar
Que aproveite a vazante da infomaré
Que leve meu e-mail até Calcutá
Depois de um hot-link
Num site de Helsinque
Para abastecer

Eu quero entrar na rede
Promover um debate
Juntar via Internet
Um grupo de tietes de Connecticut

De Connecticut acessar
O chefe da Macmilícia de Milão
Um hacker mafioso acaba de soltar
Um vírus pra atacar programas no Japão

Eu quero entrar na rede pra contactar
Os lares do Nepal, os bares do Gabão
Que o chefe da polícia carioca avisa pelo celular
Que lá na praça Onze tem um vídeopôquer para se jogar

http://www.gilbertogil.com.br/sec_musica.php?filtro=p. Acessado no dia 12/07/10.

Fonte da imagem: http://images.comunidades.net/elt/eltonmania/computador_1.gif

segunda-feira, 14 de setembro de 2009

RESUMO


PIMENTA, Selma Garrido. Formação de professores: identidade e saberes da docência. P.15-34. In: PIMENTA, Selma Garrido (org.). Saberes pedagógicos e atividade docente. 3ª ed. São Paulo: Cortez, 2002.

A autora é professora Titular da Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo (FE-USP).

Segundo a autora há uma necessidade de se investir na formação de professores, entendendo a necessidade do trabalho como mediação nos processos constitutivos da cidadania dos alunos, com o objetivo de superar o fracasso e as desigualdades escolares.

A autora propõe repensar a formação inicial e contínua começando pela análise das práticas pedagógicas e docentes. Há uma necessidade de desenvolver um currículo formal com conteúdos e atividades de estágios dentro da realidade das escolas, a formação contínua e as atualizações devem possibilitar uma nova prática docente. Para isso articular e traduzir os novos saberes em novas práticas, uma formação reflexiva que produza a identidade dos alunos como professores, em uma atitude investigativa, ressignificando o processo formativo, reconsiderando os saberes necessários a docência, tendo como objeto de análise a prática pedagógica e docente escolar.

Pimenta aborda alguns pressupostos que podem colaborar na construção da identidade do professor. Uma vez que os cursos de licenciatura possuem campos de conhecimento específicos, com linguagens diferentes, representações e discursos diferentes, segundo ela, trabalhar com esses alunos juntos seria o ideal, pois no trabalho escolar eles irão conviver com linguagens e saberes diferentes dos seus, necessário para o trabalho interdisciplinar e coletivo nas escolas.

Para ela a natureza do trabalho docente é ensinar contribuindo para o ‘processo de humanização dos alunos’, na formação dos professores espera-se que desenvolvam conhecimentos e habilidades possibilitando a construção contínua de seus saberes-fazeres docentes a partir da realidade vivida por eles, mobilizando os conhecimentos da teoria da educação e da didática, desenvolvendo a capacidade de investigar a própria prática para construir e transformar os seus saberes-fazeres docentes, construindo suas identidades como professores. A identidade profissional se constrói a partir da significação social da profissão, da revisão dos significados e das tradições, reafirmação de práticas valorizadas culturalmente do confronto entre as teorias e práticas, da investigação das práticas, construindo novas teorias. Constrói-se pelo significado que o professor atribui à atividade docente a partir de seus seu modo de vida, representações e contextualização social, e das relações com outros professores nas diferentes instituições.

Quanto aos saberes da docência a autora divide em três: a experiência, o conhecimento e saberes pedagógicos.

A experiência com saber da docência se constitui no decorrer da vida do aluno como estudante, em toda relação que contribuiu para a formação humana do aluno, e tudo o que sabem a respeito da profissão, as representações e os estereótipos por meio dos sistemas de comunicação. Outros em atividades docentes.

O conhecimento, como saber docente, sugere a necessidade de se questionar quanto ao significado do conhecimento, das suas informações, o quanto ele é poder e até onde, qual o seu papel, da relação entre as ciências e os modos de produção (material, existencial), da sociedade e da informática. Segundo ela, conhecer implica um trabalho com as informações, classificando-as, analisando-as e contextualizando-as. Assim, a inteligência, como a arte de articular o conhecimento de maneira útil e pertinente,

produzindo novas formas de progresso e desenvolvimento, e a reflexão como sendo uma capacidade de produzir novas formas de existência. Nisto está a relação entre o poder e o conhecimento, “ a informação confere vantagens a quem a possui(p.22)“. A autora afirma que é necessário informar e trabalhar as informações para construir a inteligência, e que o trabalho da escola é o de mediar a informação e os alunos, tornando possível desenvolver a reflexão para adquirir a sabedoria necessária a construção do homem. Sendo assim, para ela “educação é um processo de humanização; que ocorre na sociedade humana com a finalidade explícita de tornar os indivíduos participantes do processo civilizatório e responsáveis por levá-lo adiante. Enquanto prática social é realizada por todas as instituições da sociedade. (p.23)“. A finalidade da educação escolar seria o de preparar os alunos para trabalharem os conhecimentos tecnológicos e científicos, desenvolver habilidades para utilizar, rever e reconstruir, num processo de análise, confrontamento e contextualização.

Os saberes pedagógicos são saberes da docência necessários para se saber ensinar, uma vez que, experiência e conhecimentos específicos não são suficientes, na prática docente, são necessários também os saberes pedagógicos e a didática. Constituem os saberes pedagógicos temas como relacionamento professor-aluno, importância da motivação e do interesse dos alunos no processo de ensino-aprendizagem, e das técnicas de ensinar. Na formação de docentes há uma necessidade de articulação entre a realidade existente nas escolas e a formação contínua de professores. Superando a fragmentação dos saberes da docência (saberes da experiência, saberes científicos, saberes pedagógicos), analisando a prática social ressignificando os saberes como ponto de partida para formação de professores. A autora aborda a necessidade de registrar sistematicamente as experiências vividas pelo professor, a partir da análise desse registro de experiência reorientar as pesquisas para se construir novos saberes pedagógicos, trabalhando a pesquisa como foco principal na formação para a docência.

Segundo a autora, há uma necessidade de refletir na ação, sobre a ação e sobre a reflexão na ação, sendo uma proposta metodológica para construir uma identidade necessária de professor, articulando a política de formação e a pesquisa, as tendências de análise sobre a formação de professores denominados de reflexivos. Em oposição a racionalidade técnica a formação docente passa de aspectos curriculares e disciplinares para os aspectos profissionais do professor. Sendo assim a formação de professor na linha reflexiva propõe uma valorização política do professor de forma pessoal e profissional, propiciando uma formação contínua no local de trabalho e em parcerias com instituições de formação; em meio as mudanças e transformações sociais e culturais, bem como a inovações tecnológicas, portanto há uma necessidade de ressignificar a identidade dos professores.

quarta-feira, 17 de dezembro de 2008

Viva La Vida - Coldplay

I used to rule the world
Seas would rise when I gave the word
Now in the morning I sweep alone
Sweep the streets I used to own
I used to roll the dice
Feel the fear in my enemy's eyes
Listen as the crowd would sing:
"Now the old king is dead! Long live the king!"
One minute I held the key
Next the walls were closed on me
And I discovered that my castles stand
Upon pillars of sand, pillars of sand
 
I hear Jerusalem bells are ringing
Roman Cavalry choirs are singing
Be my mirror my sword and shield
My missionaries in a foreign field
For some reason I can not explain
Once you know there was never, never an honest word
That was when I ruled the world
(Ohhh)
           
It was the wicked and wild wind
Blew down the doors to let me in.
Shattered windows and the sound of drums
People could not believe what I'd become
Revolutionaries Wait
For my head on a silver plate
Just a puppet on a lonely string
Oh who would ever want to be king?
 
I hear Jerusalem bells are ringing
Roman Cavalry choirs are singing
Be my mirror my sword and shield
My missionaries in a foreign field
For some reason I can not explain
I know Saint Peter will call my name
Never an honest word
And that was when I ruled the world
(Ohhhhh Ohhh Ohhh)
 
Hear Jerusalem bells are ringings
Roman Cavalry choirs are singing
Be my mirror my sword and shield
My missionaries in a foreign field
For some reason I can not explain
I know Saint Peter will call my name
Never an honest word
But that was when I ruled the world
Oooooh Oooooh Oooooh"
 

TRADUÇÃO
 
Viva A Vida
 
Eu costumava reger o mundo
Mares se agitavam ao meu comando
Agora, pela manhã, me arrasto sozinho
Varrendo as ruas que costumava mandar
 
Eu costumava jogar os dados
Sentia o medo nos olhos dos meus inimigos
Ouvia como o povo cantava:
"Agora o velho rei está morto! Vida longa ao rei!"
 
Por um minuto segurei a chave
Próximo as paredes que se fechavam pra mim
E percebei que meu castelo estava erguido
Sobre pilares de sal e pilares de areia
 
Eu ouço os sinos de Jerusalém tocando
Os corais da cavalaria romana cantando
Seja meu espelho, minha espada e escudo
Meu missionário em uma terra estrangeira
Por um motivo que eu não sei explicar
Quando você se foi não havia
Não havia uma palavra honesta
Era assim, quando eu regia o mundo
 
Foi o terrível e selvagem vento
Que derrubou as portas para que eu entrasse
Janelas destruídas e o som de tambores
O povo não poderia acreditar no que me tornei
 
Revolucionários esperam
Pela minha cabeça em uma bandeja de prata
Apenas uma marionete em uma solitária corda
Oh, quem realmente ia querer ser rei?
 
Eu ouço os sinos de Jerusalém tocando
Os corais da cavalaria romana cantando
Seja meu espelho, minha espada e escudo
Meu missionário em uma terra estrangeira
Por um motivo que eu não sei explicar
Eu sei que São Pedro não chamará meu nome
Nunca uma palavra honesta
Mas, isso foi quando eu regia o mundo



Fonte: Vagalume



Professor fique de olho! A utilização de
letras de músicas nas aulas de inglês 
auxiliam o processo de ensino-aprendizagem, 
além de tornar as aulas mais interessantes
para os alunos.

sábado, 6 de dezembro de 2008

Gêneros textuais

Uma das habilidades relacionadas à leitura refere-se ao conhecimento do gênero textual ou gênero discursivo.

É importante desenvolvermos a consciência de como a linguagem se articula em ação humana sobre o mundo, constituindo-se assim em gênero textual. A formação de um leitor crítico envolve o conhecimento das relações sociais, formas de conhecimento veiculadas por meio de textos em diferentes situações de interação, a interação escritor-texto-leitor, a pluralidade de discursos e as possibilidades de organização do universo.

Podemos falar em gêneros variados que vão do cartão-postal e do telegrama ao texto científico e conto, fábula, anedota, poema, cartaz, crônica, email, receita, manual, ofício, charge etc.

São textos que circulam no mundo, que têm uma função específica, para um público específico e com características próprias. Aliás, essas características peculiares de um gênero discursivo nos permitem abordar aspectos da textualidade, tais como coerência e coesão textuais, impessoalidade, técnicas de argumentação e outros aspectos pertinentes ao gênero em questão.

Um dos vestibulares que apresentam grande variedade de gêneros é o da Unicamp -desde letra de música a charges e gráficos. O último exame teve uma questão que abordava adesivos de carro sobre mulheres e as interpretações possíveis:
1) If a woman wants to learn to drive, don't stand in her way; 2) A woman's place is in the House. The White House; 3) A woman without a man is like a fish without bicycle; 4) Women who seek to be equal to men lack ambition.
a) Qual dos quatro adesivos sugere que as mulheres não precisam dos homens? Justifique sua resposta.
b) Indique o número do adesivo que também pode ser lido como machista.

Sirlene Aparecida Aarão
Especial para a Folha de S. Paulo

sexta-feira, 5 de dezembro de 2008

Mensagens eletrônicas (e-mails) falsas

Mensagens eletrônicas (e-mails) falsas estão sendo enviadas em nome da Receita e da PGFN

A Declaração de Imposto de Renda Pessoa Física (DIRPF) continua sendo motivo para golpes na internet. A Receita Federal e a Procuradoria Geral da Fazenda Nacional (PGFN) reforçam o alerta para que não abram, nem respondam mensagens que chegam em suas caixas postais eletrônicas em nome dos respectivos órgãos.

A Receita e a PGFN não envia e-mails sem autorização do contribuinte e nem autoriza parceiros e conveniados a fazê-lo em seu nome.
Mensagens falsas, enviadas em nome de órgãos públicos e de empresas privadas, continuam a circular na Internet. Quadrilhas especializadas em crimes pela internet tentam obter ilegalmente informações fiscais, cadastrais e principalmente financeiras dos contribuintes.

Estas mensagens cada dia mais criativas e sempre invocando “urgência” iludem o cidadão com a apresentação de telas que misturam instruções verdadeiras e FALSAS, que usam nomes e timbres oficiais, informando, por exemplo, que "o CPF está cancelado ou pendente de regularização", "afirmando que a declaração de Imposto de Renda possui erros e deve ser enviada uma declaração retificadora", ou “comunicando erros na Restituição do Imposto de Renda e citando valores residuais a serem recebidos” etc. Em seguida estimulam o contribuinte a responder questionamentos ou instalam programas nos computadores utilizados, que assim, acabam por repassar, a estes fraudadores, dados pessoais e fiscais.

Veja como proceder perante estas mensagens:

1. não abrir arquivos anexados, pois normalmente são programas executáveis que podem causar danos ao computador ou capturar informações confidenciais do usuário;

2. não acionar os links para endereços da Internet, mesmo que lá esteja escrito o nome da RFB, ou mensagens como "clique aqui", pois não se referem à Receita Federal; e

3. excluir imediatamente a mensagem.

Para esclarecimento de dúvidas ou informações adicionais, os contribuintes podem procurar as unidades da Receita, acessar a página na internet (www.receita.fazenda.gov.br) ou entrar em contato com o Receitafone (0300.789.0300).

O contato com a PGFN é feito pelo contribuinte por meio do Canal Ouvidor, que pode ser acessado na página da Internet do órgão (www.pgfn.gov.br), em "FALE COM A PGFN".

Fonte: Receita Federal do Brasil e PGFN

Fonte: Ministério da Fazenda

sexta-feira, 28 de novembro de 2008

Resenha

Resumo Crítico ou Resenha

Este é, provavelmente, o tipo de resumo que você mais terá de fazer a pedido de seus professores ao longo do seu curso. O resumo crítico é uma redação técnica que avalia de forma sintética a importância de uma obra científica ou literária.

Quando um resumo crítico é escrito para ser publicado em revistas especializadas, é chamado de Resenha. Ocorre que, por costume, os professores tendem a chamar de resenha o resumo crítico elaborado pelos estudantes como exercício didático. A rigor, você só escreverá uma resenha no dia em que seu resumo crítico for publicado em uma revista. Até lá, o que você faz é um resumo crítico.

Mas não deixam de estar certos os professores que dizem que resenha não é resumo. A resenha (ou resumo crítico) não é apenas uma resumo informativo ou indicativo. A resenha pede um elemento importante de interpretação de texto. Você só fará uma boa resenha se tiver lido um texto ao menos até a quarta etapa de leitura, na classificação sugerida por Antônio Severino.

Por isso, antes de começar a escrever seu resumo crítico você deve se certificar de ter feito uma boa leitura do texto, identificando:

1. qual o tema tratado pelo autor?

2. qual o problema que ele coloca?

3. qual a posição defendida pelo autor com relação a este problema?

4. quais os argumentos centrais e complementares utilizados pelo autor para defender sua posição?

Uma vez tendo identificado todos estes pontos, que devem estar retratados no seu esquema do texto, você já tem material para escrever metade do seu resumo crítico. Este material já é suficiente para fazer um resumo informativo, mas, para um resumo crítico, falta a crítica, ou seja, a sua análise sobre o texto. E o que é esta análise? A análise é, em síntese, a capacidade de relacionar os elementos do texto lido com outros textos, autores e idéias sobre o tema em questão, contextualizando o texto que está sendo analisado. Para fazer a análise, portanto, certifique-se de ter:

- informações sobre o autor, suas outras obras e sua relação com outros autores

- elementos para contribuir para um debate acerca do tema em questão

- condições de escrever um texto coerente e com organicidade

A partir daí você pode escrever um texto que, em linhas gerais, dece apresentar:

- nos parágrafos iniciais, uma introdução à obra resenhada, apresentando

- o assunto/ tema

- o problema elaborado pelo autor

- e a posição do autor diante deste problema

- no desenvolvimento, a apresentação do conteúdo da obra, enfatizando:

- as idéias centrais do texto

- os argumentos e idéias secundárias

- por fim, uma conclusão apresentado sua crítica pessoal, ou seja:

- uma avaliação das idéias do autor frente a outros textos e autores

- uma avaliação da qualidade do texto, quanto à sua coerência, validade, originalidade, profundidade, alcance, etc.

É bom lembrar que estes passos não são uma norma rígida. Esta é a estrutura usual de resenhas, mas como a resenha é um texto escrito para publicação em revistas especializadas, cada revista cria suas próprias regras. Questões como onde escrever o nome do resenhista (se abaixo do título, no final, a quantos centímetros da margem), quantos parágrafos utilizar, o número mínimo e máximo de linhas, a utilização de tópicos e subtítulos, etc., tudo isso é definido pela revista que for publicar a resenha. Por isso, sempre que um professor pedir para você fazer uma “resenha” (um resumo crítico, já que não será publicado) você deve pedir que ele lhe dê este parâmetros. Se o professor não se pronunciar, sinta-se livre para decidir como apresentar a resenha, desde que respeitando a estrutura geral apresentada aqui e as normas de bom senso para redação de trabalhos acadêmicos.

Consultado em:

http://www.ucb.br/prg/comsocial/cceh/normas_organinfo_resumo_critico.htm




sábado, 22 de novembro de 2008

Esquema

O esquema é um registro gráfico (bastante visual) dos pontos principais de um determinado conteúdo. Não há normas para elaboração do esquema, ele deve ser um registro útil para você, por isso, é você quem deve definir a melhor maneira de fazê-lo. Um bom esquema, porém, deve:

evidenciar o esqueleto do texto (ou da aula, do filme, da palestra, etc.) em questão, apresentando rapidamente a organização lógica das idéias e a relação entre elas

ser o mais fiel possível ao texto, limitando-se a reproduzir e compreender o conteúdo esquematizado

Algumas dicas úteis para um esquema, segundo Hühne (2000) são:

após a leitura do texto, dar títulos e subtítulos às idéias identificadas no texto, anotando-os as margens

colocar estes itens no papel como uma seqüência ordenada por números (1, 1.1, 1.2, 2, etc.) para indicar suas divisões

utilizar símbolos para relacionar as idéias esquematizadas, como setas para indicar que uma idéia leva à outra, sinais de igual para indicar semelhança ou cruzes para indicar oposição, etc.

é igualmente útil utilizar chaves ({) ou círculos para agrupar idéias semelhantes

Não importa que códigos você usa no seu esquema, pois ele é de uso pessoal seu. O importante é que ele seja útil a você, ou seja, lhe permita recuperar rapidamente o argumento e as idéias de um texto com uma simples visualização.

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